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Manchetes de Israel
 



Manchetes de Israel - Maoz nº 213

"Manchetes de Israel" quando usadas em boletins, e-mails, sites, etc.
Devem conter os dados da fonte - Fonte: Ministério Maoz Israel - Brasil - www.maozisrael.com.br


Ari e Shira Sorko Ram
Fundadores do Maoz Israel

Um serviço semanal do Maoz Israel



FACEBOOK E ANTISSEMITISMO

          Um tema antissemita assassino apareceu no Facebook na última semana, quando um usuário chamado "Alex Cookson" lançou um convite aberto a um "evento" chamado "Dia de Matar um Judeu."

          A página no popular site social convocava os usuários à violência "em qualquer lugar que você vir um judeu", entre os dias 04 e 22 de julho. Uma grande imagem de uma suástica foi colocada na parte superior da página. Sob o título "descrição", Cookson escreveu: "Vocês sabem o que fazer, chegados". Foi a quarta vez nos últimos dias que uma chamada para assassinar judeus apareceu no Facebook.

          O site atraiu uma enxurrada de respostas antissemitas. "Mal posso esperar para estuprar judiazinhas mortas", escreveu um usuário. Outro postou imagens de cadáveres empilhados um sobre o outro. Um terceiro usuário citou frases de Adolf Hitler.

          Poucas horas depois, no entanto, um grande número de usuários de Israel convergiu para o site e postou comentários sobre a página, alguns expressando sua repulsa, e outros zombando Cookson e aqueles que o apóiam. Outros ainda manifestaram a sua indignação com a página enviando palavrões e ameaçando rastrear usuários antissemitas.

          Segundo o site Defesa Judaica na Internet (DJI), a página “Dia de Matar um Judeu” é uma das várias que foram lançadas no Facebook e posteriormente retiradas após queixas. David Appletree, fundador do DJI, disse ao Jerusalem Post que a incitação ao assassinato antissemita é um fenômeno prevalente no Facebook, e que não estão fazendo nada para pôr um fim nisso. Em 2009, o Facebook passou por uma prova de fogo ao se recusar a retirar grupos que promoviam a negação do Holocausto (Extraído do JPost, 05/07/10).

LÍBANO EXECUTA ESPIÃO PARA ISRAEL

          Um tribunal libanês condenou um homem à morte por espionar para Israel e passar informações de segurança durante a guerra de 34 dias em 2006 com o Hezbollah, segundo fontes judiciais.

          Ali Mantash foi condenado no mesmo dia em que um promotor acusou Charbel Qazzi, um executivo da estatal de telefonia móvel do Líbano, a empresa Alfa, de espionar para Israel. A prisão de Mantash e seu julgamento foram parte de uma ampla investigação de espionagem que levou a mais de 50 prisões desde abril do ano passado.

          Fontes de segurança disseram que foram encontrados com ele sofisticados dispositivos de comunicação. Mantash, que foi preso em abril de 2009, é o segundo libanês a ser condenado à morte por espionar para Israel. O Líbano, que vive em estado de guerra com Israel, descreveu as prisões como um duro golpe para o serviço de inteligência de Israel e que muitos dos suspeitos desempenharam papel crucial na identificação de alvos bombardeados durante a guerra de 2006 (Extraído do Ynet News, 13/07/10).

NAVIO DA LÍBIA MUDA DE CURSO

          O capitão do navio líbio, o Amaltéia, que transporta ajuda humanitária para Gaza, disse as FDIs que seu destino era o porto egípcio de El-Arish e não tentaria romper o bloqueio naval de Israel à Faixa de Gaza.

          O navio mudou repetidamente a sua intenção, às vezes dizendo que estava indo para Gaza, e em seguida, que ancoraria em El-Arish. A Marinha de Israel estava se preparando uma interceptação.

          A Marinha fez contato por rádio com o navio e pediu ao capitão para mudar o seu rumo para el-Arish, no Egito. Navios de guerra estavam por perto e acompanhavam o navio. Vinte e uma pessoas de vários países, incluindo a Líbia, Haiti, Síria, Argélia, Nigéria e Cuba, estão a bordo do navio.

          O capitão Antonio, de Cuba, falou pelo rádio com um dos navios da Marinha e disse que, ao contrário do alegado pela organização da Líbia que patrocina o navio, ele planejava navegar para el-Arish, no Egito (Extraído do JPost, 06/07/10).


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Fonte: Ministério Maoz Israel - Brasil - www.maozisrael.com.br





 

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