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Manchetes de Israel
 



Manchetes de Israel - Maoz nº 119

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Devem conter os dados da fonte - Fonte: Ministério Maoz Israel - Brasil - www.maozisrael.com.br


Ari e Shira Sorko Ram
Fundadores do Maoz Israel

Um serviço semanal do Maoz Israel



MESSIÂNICOS CONFIRMAM PERSEGUIÇÃO EM ISRAEL

          O Ynet News publicou no último dia 22/06 uma matéria bem favorável à comunidade messiânica, apesar de alguns pequenos e compreensíveis erros de interpretação.
          Por ter sido um artigo imparcial, as reações foram fortes e causaram muita comoção a ponto de levar o inimigo a atacar o jornal e os messiânicos, podendo vir a acontecer novamente o que ocorreu com Ami Ortiz, jovem da nossa congregação que sofreu um ataque a bomba por parte dos ultra-ortodoxos, ao abrir uma caixa de chocolate deixada em frete ao apartamento onde mora.
          A polícia diz que ainda procura pelos responsáveis, mas para a família Ortiz, o verdadeiro motivo do ataque é porque eles são judeus messiânicos.

          Em outubro do ano passado, um misterioso incêndio destruiu uma igreja usada por messiânicos em Jerusalém; e no mês passado, judeus ultra-ortodoxos atearam fogo em uma pilha de Bíblias distribuídas por missionários. O ministro das Relações Exteriores e o rabino-chefe condenaram o ato, mas os messiânicos crêem que é necessária uma atitude mais drástica.

O FIM DO CESSAR-FOGO

          Foguetes Kassam caíram na região ocidental do Neguebe na tarde da quinta-feira, numa segunda violação do acordo de cessar-fogo por parte do Hamas.
          O porta-voz do grupo, Sami Abu Zuhri, disse que o ataque “ocorreu em resposta à provocação de Israel” (uma operação das FDIs havia matado um dos membros do Hamas na Cisjordânia na manhã de terça-feira). Mas ele acrescentou que o Hamas estava “comprometido a se acalmar”.
          Um dos foguetes caiu sobre uma casa em Sderot, onde duas senhoras foram tratadas em estado de choque. O ataque ocorreu na mesma hora em que o primeiro ministro Ehud Olmert se reunia com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, na tentativa de chegarem a um acordo na troca de prisioneiros e liberação do soldado seqüestrado, Gilad Shalit. Na manhã de segunda-feira, atiradores palestinos da Faixa de Gaza haviam atirado contra Israel – primeira brecha no cessar-fogo que havia sido iniciado efetivamente dois dias antes (Jpost, 24/06/08).

SARKOZY: JERUSALÉM DEVERIA SER DIVIDIDA

          Ao discursar em uma conferência em Belém, o presidente francês Nicolas Sarkozy disse que Jerusalém deveria ser dividida e pediu que Israel destruísse o muro de segurança na Cisjordânia.
          Depois de se encontrar com o líder palestino Mahmoud Abbas, Sarkozy disse que Jerusalém é sagrada para os judeus, os cristãos e os muçulmanos. “Será que Jerusalém deve pertencer a apenas um dos lados? Creio que não!”, disse ele. E ele continuou dizendo: “Esse muro não dará segurança para sempre aos israelenses, que deveriam se proteger optando por um acordo de paz com um povo que crê na paz, como o presidente palestino... não há dúvidas que o melhor caminho para a paz é através de um acordo diplomático”. No entanto, apesar das declarações de Sarkozy, fontes palestinas disseram ao Ynet News que nem a França e nem a União Européia terá um papel especial na questão de um futuro acordo de paz entre Israel e os palestinos (Ynet News, 24/06/08).

BOLTON: SE OBAMA VENCER AS ELEIÇÕES, ISRAEL ATACARÁ O IRÃ

          O ex-embaixador dos EUA na ONU, John Bolton, disse na terça-feira que acredita que Israel atacará as instalações nucleares do Irã se o senador americano Barack Obama vencer a próxima eleição presidencial dos EUA.
          Ele disse que as FDIs provavelmente atacarão entre o dia da eleição (4 de novembro) e a posse (dia 20 de janeiro de 2009), com George W. Bush ainda no poder. Bolton diz ainda que o mundo árabe se “deleitará” com o ataque por parte de Israel e que o Irã não reagirá imediatamente por temer uma represália dos EUA (Ynet News, 24/06/08).

DIMINUI ÍNDICE DE ASSASSINATOS NO PAÍS

          Embora o número de assassinatos tenha aumentado nos últimos anos, um novo estudo revelou que esse índice, na verdade, diminuiu. A pesquisa feita pela universidade de Haifa mostrou que o aumento de 37% na tentativa de assassinatos e aumento de 12% de assassinatos no período compreendido entre 1997 e 2006 cria uma “falsa impressão” porque os dados não levaram em consideração o aumento da população do país. Em comparação com outros países, no ano de 2006, a taxa de assassinatos em Israel foi de 2.29, comparada com 7.5 nos EUA e 18 na Rússia (Jpost, 26/06/08).

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Fonte: Ministério Maoz Israel - Brasil - www.maozisrael.com.br




 

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